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Sistema de gerenciamento de processos pode ser adotado em todos os TRTs

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publicado: 09/02/2010 09h20 última modificação: 30/09/2016 10h17


Representantes do Tribunal Superior do Trabalho - TST, Conselho Superior da Justiça do Trabalho - CSJT, do TRT de Campinas, São Paulo e do TRT do Maranhão estiveram na Paraíba para conhecer o Sistema Unificado de Administração de Processos – Suap e o processo eletrônico.

Antônio de Pádua Borges e Eduardo Vasconcelos Goyanna, do TST, Maurício Augusto Figueiredo, do CSJT, Lara de Paula Jorge e Yara Valença da Rocha Prado, do TRT de Campinas e Stael Araújo, do TRT do Maranhão se reuniram com o diretor da Secretaria de Tecnologia da Informação do TRT, Max Frederico e com o coordenador do Suap 13, Agenor da Costa Júnior e assistiram a uma apresentação do sistema.

O representante do CSJT, Maurício Augusto Figueiredo, fez uma avaliação positiva da forma de utilização do Suap na Paraíba. “O Sistema é muito bom e está atendendo o TRT em todas as suas necessidades”, disse. Ele revelou que a iniciativa da Paraíba poderá ser aproveitada por toda a Justiça do Trabalho até que o Suap nacional fique pronto. O modelo do Suap utilizado na Paraíba foi desenvolvido pela Secretaria de Tecnologia da Informação do TRT.


Processo Eletrônico

A comissão conheceu o Fórum da Capital e a Central de Atendimento. Foram recebidos pelo juiz Alexandre Roque Pinto e pelo diretor de Secretaria, Abílio Sá, na 6ª Vara do Trabalho. Na ocasião puderam acompanhar o 'passo a passo' do processo eletrônico.

O impacto da nova tecnologia causado a servidores, advogados e partes envolvidas em processos foi um dos principais questionamentos feitos pela comissão. O juiz Alexandre Roque Pinto revelou que o impacto foi quase inexistente. “Todos os interessados foram treinados e quando a mudança aconteceu, foi muito bem aceita”, disse.

Já a representante da TRT de Campinas, Yara Valença da Rocha Prado, revelou que gostou muito do ambiente onde se trabalha eletronicamente. “Observei um ambiente limpo, sem acúmulos de processos por conta da digitalização e o desempenho e entusiasmo dos servidores”.


Assinatura digital

Antônio de Pádua Borges, que é coordenador do processo eletrônico do TST, disse que conheceu o processo eletrônico na inauguração da 1ª Vara do Trabalho de Santa Rita e que agora estava retornando a Paraíba para negociar detalhes técnicos para que processos cheguem a Brasília e possam retornar de forma eletrônica.

Ele explicou que somente a Paraíba tem a 1ª e 2ª Instâncias eletrônicas com assinatura digital. “Outros tribunais estão enviando processos eletrônicos juntamente com as cópias físicas para o reconhecimento das assinaturas”, disse, destacando que irá propor algumas mudanças no TST, de forma a permitir que os processos físicos sejam desnecessários.