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OAB-PB e TRT se reúnem para discutir ataques eletrônicos

Encontro aconteceu na Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação

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O diretor da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic) do Tribunal do Trabalho da Paraíba, Rodrigo Cartaxo e os analistas Gustavo Carvalho e Bruno Sales se reuniram, na manhã de terça-feira (16), com o presidente da Comissão de Tecnologia da Informação da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB), Ricardo Magalhães, para dialogar acerca dos sistemas de trâmite eletrônico de processos judiciais no âmbito da Justiça do Trabalho no Estado da Paraíba.

Na oportunidade, foi tratada a questão da segurança institucional dos processos eletrônicos, uma vez que o TRT/13 retirou do ar os seus sistemas e o seu site na última sexta-feira, como forma de prevenção a um ataque eletrônico de nível global.

De acordo com Ricardo Magalhães, nenhum equipamento do tribunal foi atacado. No entanto, a ação preventiva foi necessária para evitar prejuízos ao Judiciário, aos advogados e jurisdicionados. Também não houve nenhum prejuízo aos prazos processuais, uma vez que o TRT/13 publicou, a pedido da OAB-PB, por meio de sua Comissão de Direito do Trabalho, o Ato da Presidência nº 170/2017 suspendendo, no período de 12 a 15 de maio, os prazos processuais e regimentais em toda a jurisdição da 13ª Região.

Ricardo também foi informado pelos analistas da Secretaria da Informação do TRT, que os computadores do Regional foram atualizados, evitando, assim, outro ataque idêntico ao ocorrido. Explicaram também que os servidores dos sistemas de processo eletrônico não foram atacados. “E mesmo que isso ocorresse, o tribunal dispõe de ferramentas de prevenção e backup - logo, não haveriam prejuízos consideráveis”, garantiram.

Por fim, foi tratada a evolução dos sistemas da Justiça do Trabalho, como futuras formas de acesso aos seus sistemas por meio de smartphones, o novo sistema de assinaturas eletrônicas por meio do software “Shodō” desenvolvido pelo judiciário trabalhista como substituto ao já ultrapassado “Java Applet” e a possibilidade futura de peticionamento por meio de certificados eletrônicos do tipo “A1”.