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TRT encerra semana da conciliação em Campina Grande

Juiz auxiliar da Presidência presidiu solenidade

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A Semana de Conciliação nacional, que aconteceu dos dias 27 a 1 de dezembro, foi encerrada na última sexta feira, no Fórum do Trabalho Irineu Joffily, de Campina Grande . A solenidade teve a participação do juiz auxiliar na Presidência do Tribunal do Trabalho da Paraíba (13ª Região), Marcello Maia.

O juiz destacou que a semana da conciliação é um evento que contribui para formar a cultura da conciliação na justiça do trabalho, que tem como foco a pacificação social. O resultado final da semana será divulgado nesta terça-feira (5).

Na solenidade em Campina Grande foi lançado o livro Conciliação Humanista - uma proposta de metodologia de resolução de conflitos, de autoria da juíza do trabalho Nayara Queiroz Mota de Souza. O juiz Marcello Maia elogiou a obra, destacada como um trabalho profundo e que vai contribuir, em muito, não apenas para magistrados, mas para advogados e as partes nos processos.

A juíza Maria Íris Diógenes Bezerra, que estava no exercício da direção do Fórum do trabalho de Campina Grande, disse que era motivo de comemoração encerrar a semana da conciliação com lançamento de um livro que trata da conciliação humanista e, ainda por cima, de autoria de uma juíza do trabalho da Paraíba. “É uma honra muito grande poder participar dessa solenidade”.

A juíza Maria das Dores Alves, também destacou o livro Conciliação Humanista: ‘Não tenho dúvida - e essa certeza advém do que aprendi com a juíza Nayara nas muitas conversas sobre o assunto - de que a conciliação é o meio de solução de conflitos que oferece maior possibilidade de satisfação dos litigantes. E quando a conciliação é conduzida por meio de uma metodologia facilitadora do diálogo, que produz escolhas conscientes e resgata a dignidade das partes envolvidas, a partir da satisfação de terem, elas próprias, resolvido o conflito, penso que teremos aí nos aproximado muito mais da ideia de justiça. Muito mais justiça do que quando exercitamos nossa autoridade, que nos é implícita, e proferimos uma decisão solitária.

Felicidade redobrada

“Minha felicidade ao lançar esse livro é redobrada. Ingressei no TRT ainda como funcionária e, depois, como juíza, tive a oportunidade de desenvolver a prática da conciliação humanista, depois da minha tese de mestrado. Esse livro tem muita vida. Nunca vou esquecer das pessoas que foram atendidas com esse olhar diferenciado, por uma equipe capacitada e dedicada. Espero ter dado minha contribuição para esse tema apaixonante e eficaz que é a conciliação humanista”, disse a juíza Nayara Queiroz Mota de Souza, autora do livro.